28 de abril de 2012

Ensaio Aberto reabre para temporada 2012

O projeto Ensaio Aberto Ná Figueredo retoma seus trabalhos em 2012. E para começar o ano de 2012 com o pé direito, o Ensaio Aberto recebe em seu palco duas grandes bandas do cenário roqueiro paraense: Avens e All Still Burns. A banda Avens começou sua trajetória em maio de 2000 e veio se mantendo ativa em meio a paradas e voltas, sempre com sua influência marcante de bandas nostálgicas como Tool , A Perfect Circle, Silverchair e Alice in Chains. Em sua fase atual onde encontrou aparente estabilidade, gravou seu primeiro CD “Holy Insanity”, em estúdio da cidade de São Paulo, que vem apresentando qualidade tanto musical como de produção em nível internacional e promete render ótimas resenhas sobre o álbum em blogs e sites especializados. É nesse embalo que a banda Avens retorna à cidade das mangueiras, com sede de shows. O lançamento do CD ainda não tem data prevista, mas já foi disponibilizado pela banda em redes sociais para download. A banda All Still Burns, que marca sua presença no evento também, tem se destacado show após show na cidade, fazendo o som denonimado pelos fãs e pela própria banda de metalcore, que mescla o groove e velocidade de bandas tradicionais como Pantera e Slayer, como a pegada totalmente contemporânea de bandas como Killswitch Engage, All That Remains, In Flames e August Burns Red. prometendo mais uma apresentação esmagadora cheia de energia e com seu publico comparecendo e vibrando em peso como tem sido nos últimos shows da banda. O Ensaio Aberto é uma promoção do selo Na Music. SERVIÇO: Ensaio Aberto com Avens e All Still Burns Loja Na Figueredo – Av.Gentil Bittencourt, 449 Início às 17h Entrada Franca
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10 de abril de 2012

Pará Música entrevista Antcorpus

O portal Pará Música entrevistou a banda de trash metal paraense Antcorpus. O grupo, que esteve recentemente em Belém para a abertura do show da banda Krisiun, promovido pelo projeto Se Rasgum Apresenta, da Se Rasgum Produções e Conexão Vivo, concedeu uma entrevista no Frabrika Studio, do empresário e vocalista da banda Delinquentes, Jayme Katarro.

A equipe Pará Música, que no dia foi desfalcada por um acidente envolvendo o cinegrafista e designer Raoni Joseph, cobriu parcialmente o show de abertura da banda Krisiun e trouxe, além de cenas exclusivas da apresentação da banda de Parauapebas, depoimentos do público.

As imagens são de Elielton Amador e de Lucas Monteiro; a edição é de Lucas Monteiro e a reportagem de Elielton Amador. A equipe agradece particular e especial ao Fabrika Stúdio e à Se Rasgum Produções. O Pará Música é um projeto executado pela Uka Uka Comunicação e Produções Artísticas e Pro Rock, com apoiado pelo Governo do Pará, através da Secretaria de Comunicação (Secom) e do programa Semear, com patrocínio do projeto Conexão Vivo, que tabalhar para desenvolver e fomentar a cadeia produtiva da música no Pará através de vários projetos.

"Nós estamos chegando com toda a humildade para dizer que a cena rock do Pará não é só Belém. Queremos apresentar o nosso som e compor esse cenário com as bandas que já estão aqui, e acreditamos que esses incentivos culturais são uma boa oportunidade para desenvolver vários eventos de rock", diz o vocalista Djair.

Acesse o portal Conexão Vivo para saber mais sobre o projeto e visite o perfil da banda Antcorpus no PARÁ MÚSICA para poder ver a repotagem em video, ou visite ainda o nosso canal no Youtube para ver outras produções audiovisuais como reportagens e coberturas. O Pará Música é desenvolvido em parceria com a Libra Design, conheça um pouco mais dos trabalhos dos parceiros acessando o site deles.
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5 de março de 2012

Xaninho Discos Falidos divulga Cobertura do Pitiú Festival 2012

Lucas Monteiro e Raoni Joseph, do Núcleo de Audiovisual da Associação Pro Rock, realizaram a convite do Coletivo/Produtora Xaninho Discos Falidos a cobertura do primeiro Pitiú Festival, que aconteceu no último dia 12 de fevereiro no Afrikan Bar em Belém e contou com a participação de 12 bandas locais, nacionais e internacionais, tendo como headliner a carioca Matanza.
No vídeo a publicitária Rafaela Fontoura estreia diante das câmeras a convite do produtor Cacá, da Xaninho Discos Falidos. "Sou muito amiga dele e pedi para fazer a cobertura com os meninos da Pro Rock. Nunca fiz isso antes, mas achei muito divertido", contou ela ao blog da Pro Rock.
O Núcleo de Audiovisual do ponto de cultura da Pro Rock, que funciona em parceria com o selo Na Music e tem apoio do Governo Federal e do Governo do Estado, através do programa Mais Cultura, de pontos de cultura, vem formando jovens como Lucas Monteiro, que nunca teve contato antes com audiovisual e que também é guitarrista da banda Hellride, e Raoni Joseph, que é formado em Design e tem experiência técnica com fotografia e video.
Lucas Monteiro foi um dos idealizadores do Pará Underground, em parceria com João Barros, da banda All Still Burns, que rendeu várias reportagens e coberturas através do Blog da Pro Rock. Seu trabalho, coordenado pelo jornalista, músico e produtor Nicolau Amador rendeu um prêmio no Festival de Cinema e Música Noites com Sol II, no ano passado, com o documentário Cólera: Uma aula de punk rock em Belém, com o registro histórico da única passagem da banda punk paulista pela capital paulista. O show foi realizado pela XDF e teve a parceria da Pro Rock na cobertura.
Apesar de ser um vídeo institucional, feito sob encomenda, com o objetivo de mostrar o trabalho da produtora, a cobertura do Pitiu Festival, com 15 minutos de duração, também é um bom registro jornalístico com entrevistas de artistas e de público. Confira abaixo.

Grito Rock - A XDF também está na programação do festival Grito Rock Belém com uma programação que acontece no dia 18 de março no Afrikan Bar, reunindo as bandas As Diabatz (PR), Amatribo (AP), All Still Burn, Idílio, A Red Nightmare, Tranze e Vinil Laranja, além de Bruno BO e Batalha de MC’s e participação dos DJ’s Morcegão e Fantasma. Os ingressos custam R$ 10 até às 17h, e R$ 15, após às 17h. Confira toda a programação do Grito Rock Belém 2012 no link para o Pará Música.


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21 de fevereiro de 2012

Hellride disponibiliza EP e clipe


A banda paraense de heavy metal Hellride acaba de disponibilizar na internet o seu primeiro EP, “Unleash Hell”. Juntamente com o disco, o grupo liberou a visualização de seu segundo videoclipe, “Keep Hellridin’”, que foi filmado durante as sessões de gravações no Chaar Studio, em Icoaraci, no ano passado. Para baixar e ver o internauta pode navegar o perfil da banda no Facebook, acessando-o através de link no site Pará Música.
“Resolvemos jogar esse vídeo novo junto com as músicas para download gratuito, como uma forma de compensar o público pela parada que a banda vai ter que fazer em 2012. O vocalista/guitarrista Eduardo Leão, está fazendo intercâmbio nos EUA e por isso a banda vai reduzir a agenda esse ano”, explica o guitarrista e diretor do clipe, Lucas Monteiro, que faz parte do Núcleo de Audiovisual da Pro Rock e foi premiado com o documentário “Cólera – Uma aula de punk rock em Belém”, produzido por ele e pelo produtor/jornalista Nicolau Amador.
O vídeo de Keep Hellridin' iria sair praticamente junto com o de “The Dark Side of You”, que foi lançado em novembro do ano passado mas acabou ficando de lado por falta de tempo para a finalização do trabalho. Quem quiser o EP físico, pode comprar diretamente com a banda por apenas 5 reais. “Agora o disco vem pra download e junto com a letra das músicas tem fotos inéditas feitas pela Flávia Furtado”, explica Lucas.
Para ler mais acesse o Pará Música.
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1 de dezembro de 2011

Festival premia documentários e videoclipe

O Festival Noites Com Sol, que aconteceu de 28 a 30 de novembro no Teatro Maria Sylvia Nunes, divulgou na última quarta-feira os vencedores da premiação de Audiovisual.

O concurso, que foi dividido entre a votação pela internet e a votação do público que compareceu ao Festival, premiou cinco profissionais nas categorias de “Fotografia”, “Vídeo Ficção”, “Vídeo Documentário”, “Vídeo em Mídias Móveis” e “Melhor Videoclipe”.

O prêmio de melhor Fotografia ficou com o trabalho “Che conecta”, de Karina Paes; o melhor vídeo de ficção foi para “Muragens”, de Andrei Miralha, e o melhor vídeo documentário ficou com “Cólera: Uma aula de punk rock em Belém”, de Lucas Monteiro.

Já quem levou para casa o prêmio de melhor vídeo em mídias móveis foi Ruy Montalvão, com “Fragmentos de uma trip”. Para finalizar, o melhor videoclipe foi “Pescador”, versão do clássico popular de Mestre Lucindo produzindo pela banda de punk Delinquentes e dirigido por Robson Fonseca.

O resultado foi obtido através da votação na internet e do público presente na mostra com peso de 25% para os votos virtuais e 75% dos votos presenciais.

Para Cláudio Figueredo, coordenador do festival, os trabalhos enviados foram de grande qualidade. “Não tivemos o melhor público, mas os trabalhos premiados são de grande qualidade e certamente o prêmio significa um incentivo importante à produção”, comentou.

Lucas Monteiro, que produziu o vídeo pelo ponto de cultura Pro Rock - que tem apoio do Ministério da Cultura e da Secult-PA, através do projeto Mais Cultura - junto com Raoni Joseph, Elielton Nicolau Amador e João Barros, registrou os depoimentos do público e de músicos sobre o show da banda Cólera em Belém.

Além de mostrar a única passagem por Belém dessa banda que tem mais de 30 anos de carreira e é uma das mais importantes do movimento punk brasileiro, o vídeo traz uma das últimas entrevistas do vocalista Redson Pozzi, que morreu em setembro desse ano, vítima de ataque cardíaco.

“Fizemos uma reportagem bem ampla e tínhamos lançado no nosso programa de webtv, o Pará Underground. Quando o Redson morreu decidimos fazer um mini doc em homenagem a ele. A premiação foi uma surpresa pra mim, esse prêmio vai ser um grande incentivo e valoriza o trabalho de quem está produzindo, como a Pro Rock”, disse Lucas.

Já o músico Ruy Montalvão, do coletivo Rádio Cipó, registrou em um celular e uma handcan, cenas da viagem do coletivo com Mestre Lucindo para a França, em 2009. “Eu mesmo editei o vídeo no meu notebook as vésperas do festival e fiquei muito feliz com o resultado. O sistema de votação pela para casa um troféu e mil reais.

O projeto Noites com Sol vai realizar oficinas e outros shows ao longo do ano. Para Dani Franco, curadora da mostra e presidente da ABDeC/PA, o principal dessa premiação é incentivar a produção local, inclusive de outros municípios paraenses.

“Cidades que antes não produziam, como Castanhal e Parauapebas, agora já conseguem entrar num patamar de mercado, com qualidade não apenas técnica, mas artística. Claro que houve filmes que não foram selecionados, de iniciantes e tudo mais. Mas, no geral, a qualidade profissional dos trabalhos foi imperativa. E foi realmente muito difícil decidir entre filmes como o Muragens e Verônica Não Deita, por exemplo”, explicou Dani, que fez parte da comissão interna de desempate da mostra.

O Noites com Sol teve patrocínio da Oi através da Lei Semear e Apoio Cultural do Instituto Oi Futuro, da Fundação Tancredo Neves, do Governo do Pará, Estação das Docas, da Universidade Federal do Pará, Colégio Universo, Instituto de Artes do Pará, Movimento Curupira Antenado, Fox Vídeo, Secretaria de Estado de Comunicação e Rede Cultura de Comunicação, Secretaria de Estado de Cultura, Casarão Cultural Floresta Sonora, revista PZZ, Croatã e selo Na Music.
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21 de novembro de 2011

Noites com Sol reedita prêmio Ná Figueredo de Videoclipe

O festival Noites Com Sol está com inscrições abertas para a sua mostra competitiva de audiovisual. Em sua segunda edição, a mostra que mistura música e vídeo para promover os novos artistas e produtores paraenses, reedita o prêmio Ná Figueredo de melhor videoclipe. Atualmente, com a facilidade de produção e com as intensas atividades de grande parte da cena paraense, o prêmio há de ser mais um grande incentivo ao fomento da cadeia produtiva da música.

Além do prêmio de melhor videoclipe, há o prêmio Fox de melhor curta de ficção. Os pretendentes também podem concorrer nas categorias de “Melhor Curta em Mídia Móvel”, “Melhor Curta Documentário” e “Melhor Fotografia Digital”. Os vencedores de cada categoria receberão um certificado, troféu, divulgação na imprensa, divulgação nas mídias sociais e mais R$ 1.000,00 (hum mil reais) em dinheiro.

Para concorrer basta inscrever sua obra até o dia 25 de novembro no site do “Noites Com Sol”: www.noitescomsol.com. Os vídeos que estão na internet podem ser linkados ao formulários de inscrição. Em caso de vídeos maiores o local de entrega dos vídeos está disponível na pagina de inscrição.

O II Noites com Sol trará, nas tardes de sua programação, cineastas e profissionais paraenses da cena cultural da cidade para participar das “Sessões Comentadas”, entre eles estão Jorane Castro, Beto Fares, Fernando Segtowick, Ná Figueiredo, Vicente Cecin, Cássio Tavernard , Carlos Pará e Alex Pinheiro que terão sessões de uma hora para falar de seus e trabalhos e comentar sobre cinema e filmes importantes no cenário.

Na programação do festival estão inclusas sete oficinas interativas que terão como objeto de estudo o próprio espetáculo acontecendo entre os dias 28 de novembro e 2 de dezembro. São elas: “Prática Cinematográfica”, ministrada pelo Movimento Curupira Antenado; “Produção de Revista Digital”, com Carlos Pará (editor chefe da Revista PZZ); “Jornalismo Cultural na Era Digital”, ministrada pelo jornalista Elielton Nicolau Amador; “Direção de Arte aplicada ao evento”, por André Nascimento; “Produção Cultural”, com Cláudio Figueiredo (diretor geral do projeto Noites com Sol); “Vídeo de Bolso”, por Augusto César Nunes (Guto) e “A Indústria Cultural: Ciência, Política e Sociedade” que será ministrada por Márcio Ponte.

Programação Musical - Foi pensando em valorizar a produção musical da capital paraense que o “II Noites com Sol” selecionou artistas para representar a nossa sonoridade amazônica. Durante os dias 28, 29 e 30 de novembro vão passar várias atrações pelo palco do Teatro Maria Silvia Nunes, na Estação das Docas. As apresentações iniciam a partir das 20h.

Na segunda-feira (28) sobem ao palco do Teatro o pianista Leonardo Souza Coelho (Leleco), Ney Conceição e a dupla Albery e Thiago Albuquerque. No dia seguinte (29), é a vez de Bonsalvage, Juca Culatra & Cristal Reggae e o Coletivo Rádio Cipó. NA quarta-feira (30), Felipe Cordeiro e Floresta Sonora encerram a programação musical do II Noites com Sol.

O projeto Noites com Sol tem patrocínio da empresa de telefonia Oi, através da Lei Semear, de incentivo a cultura mantida pelo Governo do Pará, através da Fundação Cultural Tancredo Neves.

Os ingressos para o festival custam R$ 20 e já estão à venda em dois pontos: loja Ná Figueiredo (Av. Gentil Bittencourt, 449 - Nazaré) e na Fox Vídeo (Tv. Dr. Moraes, 584 - Batista Campos). Informações disponíveis no site: www.noitescomsol.com.

Serviço:
“II Noites com Sol - Mostra de Música e Cinema”
De 28 a 30 de novembro, das 9h às 23h, no Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas.
Ingressos: R$ 20.
Estudante paga meia mediante carteira.
Informações: (91) 8256.1358.


Na foto: A banda Bonsalvage, uma das atrações do "Noites com Sol"
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17 de novembro de 2011

Juca Culatra solta o verbo

Juca Culatra é o entrevista da seção "Bafafá" do Portal Pará Música, site mantido através de patrocínio do programa Conexão Vivo, através da Lei Semear. Na entrevista, o cantor de reggae diz que pretende se candidatar a vereador nas próximas eleições, falar de como virou cantor e que pretende se lançar nos ritmos da lambada. Um trecho da entrevista em vídeo você assiste ai embaixo e a íntegra você pode ler aqui.

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3 de novembro de 2011

Hellride lança EP no Ensaio Aberto com participação da Warpath

A banda Hellride lança no próximo sábado no projeto Ensaio Aberto, seu primeiro EP, “Unleash Hell”. A banda que já colocou na rede o seu primeiro videoclipe “The Dark Side Of You”, produzido com apoio da Associação Pro Rock, fará a apresentação ao lado do grupo de trash metal Warpath, que foi a representante do Pará na última final brasileira do festival Wacken Metal Battle, em Minas Gerais.

O disco foi gravado no Estúdio Chaar em Icoaraci por Kleber Chaar e teve co-produção de Zé Lucas, da banda A Red Nightmare, que também fez backing vocals em uma das faixas. ”Começamos a gravar o disco em maio deste ano. A gravação acabou se estendo devido a outras atividades como faculdade, trabalho e a própria preocupação na produção do disco. Mas acho que a espera vai valer a pena”, explica o guitarrista/diretor.

O som da Hellride passeia entre o metal moderno e o thrash metal clássico. A principal influência é o Metallica, mas também é possível ouvir reverberações de bandas como Pantera, Sepultura, Trivium, Machine Head e Slayer. Para conseguir esse som, o grupo trabalhou bastante na pré-produção e timbragem dos instrumentos. “Ao gravar as guitarras, reservamos uma tarde inteira pra timbrá-las. Usamos um amp Peavey 5150 e guitarras ESP e uma Dean”, conta Lucas.

A banda estreou em 2010, e o nome é inspirado em um filme homônimo do Quentin Tarantino (Hell Ride) e no álbum “The Blessed Hellride”, do Black Label Society. “Nosso primeiro show foi no festival Rock in Rio Guamá, mas também participamos das seletivas regionais do Wacken Open Air, do Festival Rock Na Veia, e também de um festival na cidade de Irituia-PA, onde junto com All Still Burns, A Red Nightmare e Luthien, fizemos o primeiro show de rock na cidade.”

No vídeo de “The Darck Side Of You”, que é um dos destaques do EP, Lucas Monteiro, que é guitarrista da Hellride e um dos membros do Núcleo de Audiovisual da Pro Rock, registrou cada etapa da gravação da música e editou mostrando detalhes preciosos da performance da banda no estúdio. Um padrão bem sofisticado para produções de rock local.

Lucas explica que a Pro Rock colaborou bastante para a realização do projeto. “A Pro Rock foi fundamental para que a gente conseguisse fazer esse vídeo. Além dos equipamentos de câmera, iluminação e edição, a experiência que eu adquiri durante esse tempo trabalhando com produção e edição de vídeos, me ajudou a produzir esse clipe. A Pro Rock foi uma escola.”

A Hellride é formada por Eduardo Leão (Voz e Guitarra), Lucas Monteiro (Guitarra), Theo Queiroz (Bateria) e Alan Souza (Baixo).

WARPATH - A origem da Warpath está na banda Mercy Killen que surgiu em 1999 com Danilo (guitarra), Márcio (baixo e vocal) e William (bateria). Eles seguiram com essa formação até meados de 2004, ano em que trocaram o nome para Warpath. O trio carrega na bagagem duas demos, a primeira feita em 2001, e outra de 2007, “The Killing Time”. Ano passado lançaram o disco “Massacre’’, e esse ano fizeram uma mini turnê pelo Norte e Nordeste, além da final do Wacken Metal Brazil, seletiva do festival alemão que aconteceu em Varginha (MG).

A Pro Rock atua como ponto de cultura, com o apoio do Ministério da Cultura e da Secretaria de Cultura do Pará, formando pessoal e aumentando a qualificação da produção dos músicos de rock a ela filiados. Sua filiação se dá mediante um termo de compromisso e pagamento de anuidades de baixo impacto no orçamento de bandas que tentam se profissionalizar, e funciona nos altos da loja Ná Figueredo (Av. Gentil Bittencourt, 449. Fone: 3222 6513).

SERVIÇO:
Ensaio Aberto com as bandas Warpath e Hellride
Sábado, 5 de novembro
Espaço Cultural Na Figueredo Às 17h
Entrada Franca
(91) 8131-9799
hellridebrazil@hotmail.com

NA REDE
HELLRIDE

Myspace: www.myspace.com/hellridebrazil
Facebook: http://pt-br.facebook.com/pages/Hellride/104169786339773
Twitter: @hellridebrazil

WARPATH
http://www.myspace.com/warpathband
TWITTER: @warpaththrash
Facebook: http://www.facebook.com/warpaththrash
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2 de novembro de 2011

BOM PREÇO: Vendem-se Pedais, Case e Fontes para Guitarristas

Esta é uma grande oportunidade para guitarristas! Vendo pedaleira analógica, quase completa, com pedais, case e prancha de madeira emborrachada! Também tem duas fontes Boss e dois cabos de ligação. Confira abaixo a descrição de cada item. É uma boa oportunidade de negócio para montar sua pedaleira por um preço bastante acessível. Como tenho urgência em me desfazer do equipamento, estou vendendo o pacote todo com um descontão de R$ 170,00 para quem comprá-lo todo. Mas esse preço só vale para compradores na Região Metropolitana de Belém, pois quero evitar frete. Podemos agendar visitas e testes. Os contatos seguem ao final.


1 - Pedal Flanger Oliver
Pedal fabricado nos anos 80 no Brasil com o mesmo circuito da Boss (naquela época não era possível importar). É bem velhinho, mas mantém o timbre característico daquela época. O som dele é similar a esse da Boss.
Por R$ 100,00


1 - Pedal Turbo Distortion Boss - DS2
Pedal com distorção forte em bom estado de conservação, com alguns arranhões, mas em perfeito funcionamento.Confira o som dele aqui.
R$ 170,00


1 - Pedal Super Chorus Boss - CH1
Pedal novo, com a caixa original, em ótimo estado de conservação e som perfeito. Saiba como é o som do pedal aqui.
R$ 240,00


1 - Pedal Wah Wah Morley Bad Horsie
Pedal de wah wah com sinal ótico, sem potenciômetro. Está com a carcaça de metal um pouco enferrujada e descascada mas o som permanece intacto. Wah wah forte com enfase nos graves e medios, ótimo para rock e blues, mas também pode ser usado em sons mais experimentais. Conheça o som o pedal clicando aqui.
R$ 250,00


1 - Pedal Booster Snake
Pedal handmade tradicional. Dá ganho ao sinal da guitarra quando acionado. Controle de volume e sinal true by pass. Usado para dar enfase em solos.
R$ 50,00


1 - Pedal Loop True by pass Snake
Esse pedal tem um input, um send/return e o output. Ou seja, você pode mandar o sinal para uma sequencia de pedais que compoem um gama de efeitos ao mesmo tempo e voltar para o seu line normal, acionando todos os pedais que estiverem no loop ao mesmo tempo. Ideal para quem tem muitos efeitos de modulação que não quer ou não pode ficar apertando em todos ao mesmo tempo.
R$ 50,00


1 - Pedal de volume Morley - Pro Series
Pedal de volume para dar enfase nas partes que você quiser. Com botão de volume minimo.
R$ 150,00




1 - Noise Supressor Boss - NS2
Um pedal coringa. Serve como gate, apagando o ruído da guitarra quando ela não está sendo tocanda e quando "frita" muito. Mas também tem um sistema de send/return e alimenta até cinco outros pedais como se fosse uma fonte estabilizada. Para isso basta mandar fazer os cabos de ligação de força. Ótimo estado de conservação.
Saiba como ele funciona aqui.
R$ 240,00



1 - Case de madeira
Case com capacidade para seis pedais ou mais, com prancha de madeira emborrachada e removível. Fundo falso para guardar cabos. Reformado recentemente.
R$ 100,00

2 - Fontes Boss
Fontes para pedais Boss alimenta somente um pedal cada uma.
R$ 80,00 (as duas)





2 - Cabos de ligação de pedais
Cabos Starflex de alta performance.
R$ 40,00 (os dois)


PROMOÇÃO:
Vendo todo o pacote por R$ 1.300,00 a vista. Ou em duas vezes pelo valor integral.

Contatos:
Nicolau
(91) 9614 1005 / 8116 2607
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1 de novembro de 2011

Show com Stereoscope e La Orquestra Invísivel


As bandas La Orquestra Invisivel e Stereoscope tocam no evento Sunshine Rock, no próximo dia 5 de novembro no Espaço Cultural Fuxico, sábado. Os ingressos custam R$ 5 até às 23h30 no local. Depois passam a custar R$ 10. As duas bandas tocam um indie rock com influencias de rock e música brasileira, que soma-se às tradicionais bandas inglesas e americanas que ajudaram a definir esse sub-genero do rock.


NA REDE:

http://www.myspace.com/laorchestrainvisivel

http://www.myspace.com/stereoscopebelem/
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28 de outubro de 2011

Ensaio Aberto abre espaço para Drugues e Immortal Shape

As bandas Immortal Shape e Drugues fazem a programação do último Ensaio Aberto do mês de outubro, no Espaço Cultural Nas Figueredo (Av. Gentil Bittencourt, 449), no próximo sábado, 29, às 17h, com entrada franca. O programa é para quem gosta das modalidades mais pesadas do rock, especificamente o punk rock e o trash metal core.

O projeto produzido pelo selo Na Music e Associação Comunitária Paraense de Rock – Pro Rock abre espaço para novas bandas do cenário roqueiro. A banda Drugues, por exemplo, é uma das mais recentes do rock local, surgiu no início deste ano, e substituiu na programação a banda de Parauapebas, Antcorpus, que não pode confirmar a data.

Para escolher a banda substituta a Pro Rock, que coordena a programação do evento, juntamente com o empresário Na Figueredo, abriu vagas anunciando no twitter (@Prorock_para) e em poucas horas duas bandas estavam concorrendo por uma vaga.

Considerando os votos do Twitter e a análise de dois curadores da associação (Nicolau Amador e Lucas Monteiro), a Drugues ganhou a disputa com a banda Fora Parte, também de punk rock. Ela mobilizou bastante seguidores na rede social e, ao contrário da outra banda, teve a oportunidade de tocar pela primeira vez no projeto.

“Achamos o projeto, perdoando a redundância, algo bem projetado. É o que Belém precisa, um espaço com fins de divulgação de projetos novos. Já tínhamos contactado por e-mail, mas a concorrência é muito grande e somos uma banda muito nova. Acho uma boa iniciativa”, diz Lucca Alvez, baixista e vocalista da banda.

Sobre as influências da banda, é possível considerá-las observando como a banda surgiu. “Éramos quatro amigos que decidiram se reunir no quarto do baterista pra fazer algo diferente final de semana. Não tínhamos vocalista, então ficávamos brincando de tocar Red Hot, Sex Pistols, Led Zeppelin e por aí vai... Um dia surgiu a ideia de compor, o baixista decidiu cantar. Depois da primeira composição virou algo sério e aí estamos nós”, explica a banda por email.

O power trio que tem além de Lucca Alvez (baixo/vocais),
Alvaro Amazonas (guitarra) e Tomás Vieira (bateria). “A Banda é nova, e perdemos muitas oportunidades por não ter material gravado, coisa que já fizemos. Nosso primeiro e maior show foi no teatro Margarida Schivasappa (Centur), no dia 31 de agosto de 2011, com pouco mais de 250 pessoas. Um evento totalmente independente e organizado por nós, sem ajuda de pais e responsáveis tanto na divulgação quanto no resto.”

Metalcore - Por sua vez, a banda Immortal Shape existe desde exatamente o dia 11 de outubro de 2006, quando os guitarristas Felipe Peter e Miguel Ribeiro, que estudavam na mesma escola, decidiram formar uma banda com um som diferente das que já atuavam em Belém.

Apesar do trash metal já ser um estilo clássico, a banda injetou um pouco de hardcore e considera que seu som “é bem moderno, com vocais rasgados e quebradas que conduzem também a voz melódica. Bateria rápida e trabalhada, com riffs esmagadores, duetos e afinação baixa, assim fazendo um metal alternativo”.

Nas letras, críticas sociais, sentimentos próprios da condição humana e alguma psicodelia, segundo seus integrantes Cézar Augusto (vocal gritado), Victor Varela (vocal melódico), Felipe Peter (guitarra / backing vocal), Miguel Ribeiro (guitarra/ backing vocal), Ricardo Farias (contrabaixo) e Renato Farias (bateria).

“Nós estamos muito felizes pela oportunidade dada a nós para mostrarmos nosso trabalho nesse projeto que já é bem conhecido na cena de Belém e é uma honra para nós podermos tocar e mostrar a que viemos. A Pro Rock também é uma grande oportunidade de mostrar e difundir o nosso trabalho”, diz o guitarrista Felipe.


Contatos:

Immortal Shape
3249-6023 (Miguel Ribeiro) / 8031-9496 (Felipe Peter)
www.myspace.com/immortalshape

Drugues
E-mail: druguesbr@hotmail.com
Twitter: @drugues
www.myspace: myspace.com/drugues
www.soundcloud.com/drugues
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26 de outubro de 2011

Hellride lança "The Dark Side of You"

A banda Hellride está pronta para lançar seu primeiro EP, “Unleash Hell”, que sai no próximo dia 5 de novembro junto com apresentação no projeto Ensaio Aberto, do selo Na Music. Para preparar o público, a banda colocou na rede o seu primeiro videoclipe “The Dark Side Of You”, produzido com apoio da Pro Rock.
No vídeo, Lucas Monteiro, que é guitarrista da Hellride e um dos membros do Nucleo de Audiovisual da Pro Rock, registrou cada etapa da gravação da música e editou mostrando detalhes preciosos da performance da banda no estúdio. Um padrão bem sofisticado para produções de rock local.
O disco foi gravado no Estúdio Chaar em Icoaraci por Kleber Chaar e teve co-produção de Zé Lucas, da banda A Red Nightmare. A Hellride é formada por Eduardo Leão (Voz e Guitarra), Lucas Monteiro (Guitarra), Theo Queiroz (Bateria) e Alan Souza (Baixo), que substituiu Renato Moreira, que ainda apareceu no clipe. Saiba um pouco mais sobre este projeto lendo a entrevista com Lucas Monteiro e assista o vídeo ao final.

Desde quando vocês estão gravando esse disco?

Começamos a gravar o disco em maio deste ano. A gravação acabou se estentendo devido a outras atividades como faculdade, trabalho e a própria preocupação na produção do disco. Mas acho que a espera vai valer a pena.

Que tipo de som vocês quiseram tirar nessa produção? E que recursos usaram para chegar a esse som pretendido?

O som passeia entre o metal moderno e o thrash metal clássico. Para conseguir esse som, nós trabalhamos bastante na pré-produção e timbragem. Por exemplo, pra gravar as guitarras, reservamos uma tarde inteira pra timbrá-las com a ajuda do Igor Sampaio, da A Red Nightmare, que emprestou o amp dele (um Peavey 5150). Nós timbramos as guitarras com bastante cuidado. Gravamos com uma guitarra ESP Fly-V e uma Dean. Além disso, a experiência do Kleber Chaar e o conhecimento de música do Zé Lucas, ajudaram pra que o som ficasse exatamente como a gente queria.

Houve participações especiais?

O Zé Lucas fez os backing vocals de Keep Hellridin’

Quais as principais influências da banda?

A principal influencia é o Metallica, que todos nós somos fãs. Além disso, ouvimos Pantera, Sepultura, Trivium, Machine Head, Slayer, entre outras.

A banda existe desde quando e como se formou?

A banda existe oficialmente desde 2010, quando nós fizemos nossa estreia. Mas antes disso, algumas das músicas já tinham sido compostas pelo Eduardo. Os amigos (inclusive eu) sempre insistiam pra que ele montasse uma banda, até que ele resolveu montar a banda e eu fui um dos convocados. Em 2010 o projeto virou o Hellride.

Pergunta idiota: por que a banda se chama Hellride?

O nome é inspirado em um filme homônimo do Quentin Tarantino, só que no filme a grafia é separada (Hell Ride) e no álbum do Black Label Society ‘The Blessed Hellride’.

De que forma a Pro Rock auxiliou na produção do videoclipe?

O apoio da Pro Rock foi fundamental pra que a gente conseguisse fazer esse vídeo. Além dos equipamentos de câmera, iluminação e edição, a experiência que eu adquiri durante esse tempo trabalhando com produção e edição de vídeos, me ajudou a produzir esse clipe. A Pro Rock foi uma escola.

Os principais eventos que participaram?

Fizemos poucos shows, mas todos eles tiveram a sua relevância. Nosso primeiro show foi no festival Rock in Rio Guamá, também participamos das seletivas regionais do Wacken Open Air, do Festival Rock na veia, e também de um festival na cidade de Irituia-PA, e junto com All Still Burns, A Red Nightmare e Luthien, fizemos o primeiro show de rock na cidade.

Quais os fatos mais importantes da carreira da banda?

O fato mais importante com certeza foi a participação no Wacken Metal Battle, que também teve apoio fundamental da Pro Rock, pois é um evento referência para o Heavy Metal mundial, além de termos tocado com bandas amigas e que nós respeitamos, como uma grande confraternização. E é claro, o EP que vamos lançar, já se tornou um fato importante!

Quais os próximos passos para divulgar esse trabalho novo?

Vamos fazer o lançamento do EP dia 05 de novembro no Ensaio Aberto da Ná Figueredo. Depois disso já estamos com algumas datas marcadas e divulgaremos em breve no Myspace e no Facebook.



NA REDE
Myspace: www.myspace.com/hellridebrazil
Facebook: http://pt-br.facebook.com/pages/Hellride/104169786339773
Twitter: @hellridebrazil @Prorock_para
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25 de outubro de 2011

Destruidores lançam clipe de "Ofélia"

A banda Destruidores de Tóquio já postou na rede o seu 11º vídeo clipe. Assim como os anteriores, “Ofélia” foi produzido de forma caseira pelos próprios integrantes da banda, com direção e roteiro de Nazo Glins. “’Ofélia’ foi filmado na fazenda da família do Bruno, nosso guitarrista, que fica há oito quilômetros de Capanema. Saímos por volta das sete da manhã na kombi de um amigo, onde levamos instrumentos, equipamento de vídeo, e um lanche, é claro”, explica o diretor.

O transporte só pode levar os integrantes até a primeira porteira da fazenda. “Tivemos que carregar todo o equipamento até o local das filmagens. Um dia antes eu, Messias, Bruno e o amigo Remison havíamos visitado a fazenda para fazermos a pré-produção, que foi escolhermos os locais das locações e tirar cipós na mata que seriam usados na cena final”, conta.

A banda Destruidores de Tóquio surgiu em Capanema em 2003, ano em que lançou seu primeiro EP independente, "A Vaca Foi Pro Brejo", gravado em casa e replicado em CDRs. Fez seu primeiro show nesse ano em Belém, produzido por Nicolau Amador, então guitarrista da Norman Bates. Desde lá eles não pararam mais de produzir, lançado ainda Pirlilimpimpim (Independente, 2004), Sacanagem e Show de Horrores (Independente, 2005), A Celebração da Auto Destruição (Independente, 2006) e Música Para Suicídio lançado pelo selo Na Music, em 2007. Também participaram da Coletânea Rock Soldiers 13 (UGK Discos, 2008) e lançaram "O Avesso e O Avesso", em 2010, pelo selo Na Music, que também está mixando o próximo disco do grupo a ser lançado em 2011.

O grupo já circulou por festivais no Sudeste e desde 2007 posta com freqüência vídeos também produzidos de forma muito caseira mais com extrema criatividade e irreverência. O primeiro foi “Pra você morrer logo”, uma animação bizarra que mostra um coelho a beira do suicídio quando é flechado por um cupido, bem no olho.

O anterior a “Ofélia”, foi “Love”, onde as edições já estão bem mais sofisticadas. "Eu aprendi a editar no Vegas sozinho, com tutoriais na internet", conta Nazo Glins.

Confira o novo vídeo clipe dos Destrudores de Tóquio e veja os demais no blog da banda.

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24 de outubro de 2011

Mostarda na Lagarta vence CCAA Fest 2011

Foi com a música nonsense “Botão do Fodacy” que a banda Mostarda na Lagarta conquistou o primeiro lugar no CCAA Fest 2011.

A letra, super engraçada e irreverente, aliada a um som bem feito e um vocal afinado, desbancou 14 bandas paraenses e se destacou no palco do Margarida Schivasappa.

Quando Thiago "Minhoca" (vocalista), Nelinho Brasil (Guitarra), Lúcio "Del Rey" (Baixo), Dan Bordallo (Teclado) e André "Moicano" (Bateria) subiram ao palco do Teatro, na noite do último sábado (22), percebemos que coisa boa viria por aí.

Diferente da maioria das bandas, que apresentaram um som bastante imaturo e letras de pouca consistência – principalmente por que muitas têm pouquíssimo tempo de formação, algumas menos de um ano- a Mostarda, que surgiu em 2007, fez a festa no palco. O rock cômico, estilo Mamonas Assassinas, com uma pitada de Falcão e Reginaldo Rossi, fez todo mundo cair na gargalhada e se identificar com a letra que fala sobre um final de semana mal sucedido na balada.

Já a segunda colocada no Festival foi uma das bandas mais conhecidas no cenário roqueiro de Belém: Dharma Burns. Marcelo Kahwage (vocal e guitarra), Rafael Souza (guitarra), Antonio Bomber (baixo), André Monteiro (teclados) e Ivan “Pop” Campos (bateria) apresentaram o indie rock “December Lights”. Como a música já era conhecida por quem freqüenta os shows do quinteto, da platéia era possível ouvir um coro de vozes cantando junto com os meninos.

O quarteto do Pró-Verso conquistou o terceiro lugar. A banda, formada por integrantes bem jovens, não teve um dos melhores desempenhos no Festival. A música “Tudo que Precisa Saber” até tinha uma boa letra, bem escrita, mas o vocal não ajudou muito na hora da apresentação.

Além das três primeiras colocadas, o CCAA Fest desse ano - que contou com a apresentação de Luiza Braga e Raul Bentes, e foi transmitido ao vivo pela TV Cultura - apresentou ao público outras bandas talentosas.

Como a “Remoto Controle”, que embora tenha o nome inspirado na música de Adriana Calcanhotto, mandou um som que nada tinha a ver com a lentidão da Música Popular Brasileira. O quinteto apresentou um rock bastante pesado, que lembrou um pouco a banda de heavy metal Iron Maiden.

Outro nome que se destacou no Festival foi o conhecido cantor Renzo Martires, que para participar do CCAA Fest chamou uma banda de peso para acompanhá-lo. Entre os músicos estava a baixista do Álibi de Orfeu, Elaine Valente. “À amante”, nome da música apresentada por Renzo, era um pop suingado que animou o público.

Além dos experientes, Oscaravelho – provavelmente uma alusão à idade dos integrantes, todos aparentando mais de 40 anos - que juntaram suas experiências musicais e apresentaram um som que ia do metal ao hard rock.

Por problemas técnicos, a banda RUWA não compareceu ao evento, e foi desclassificada. Assim, como em todas as edições do CCAA Fest, apenas 15 grupos se apresentaram na final.

Público lotou o Teatro

Cada grupo levou a sua torcida. Se a votação coubesse a plateia, com certeza as bandas que iriam ganhar seriam: Acordalice e Trilha Colateral.

O fã clube da Arcordalice estava tão preparado, que todos foram “uniformizados” com as camisas que faziam referência à música apresentada, “Front”, e ainda levaram uma faixa enorme com o nome da banda.

A outra faixa que cobria parte da plateia era o da Trilha Colateral, que no palco apresentou uma mistura de estilos um tanto confusa, indo do rock ao carimbó, para cantar uma letra que exaltava as belezas de nossa cidade.

Mas, para eleger as três melhores bandas, o evento contou com um júri especializado formado por músicos e produtores que escolheram Mostarda na Lagarta, Dharma Burns e Pró-Verso como as melhores da noite.

Outras bandas que se apresentaram na final do CCAA Fest foram: O² Church e Carbono XIV, que mandaram um hardcore melódico. Além do Pop rock da Hannover e Robson Luiz e Banda; o Ska da Idílio; o hardcore da SK8 e, para encerrar, a The Lay que, assim como a Dharma Burns, também apostou em uma música em inglês, chamada Hands On.

Premiações:

A banda Mostarda na Lagarta ganhou a gravação de um CD, pelo selo Na Music, e de um EP virtual pelo Portal Pará Música. Já a Dharma Burns vai gravar um vídeo clipe pela Digital Produções. E a Pró-Verso gravará uma música no APCE Estúdio.

Nas fotos: Mostarda na Lagarta e Dharma Burns.

Ouça a música Botão do Fodacy, da banda Mostarda na Lagarta.

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20 de outubro de 2011

Rock no Rio Guamá

Os estudantes da Universidade Federal do Pará (UFPA) estão organizando mais uma edição do Rock Rio Guamá.

Depois da experiência adquirida ano passado, quando o grupo realizou, às margens do Rio Guamá, diversos shows de 12 bandas paraenses, o Festival volta em sua quarta edição.

Esse ano, a proposta foi ampliada, pois a ideia é fazer com que os diversos segmentos de produção cultural também tenham voz no evento.

Por isso, além dos shows de rock, a quarta edição do Festival conta com uma extensa programação, composta por mesas de debates, oficinas, workshops, sessões cinematográficas, peças teatrais, exposições de fotografia, vídeos e performances.

O evento começou no dia 18 de outubro e segue até 27 de outubro. Já os shows de rock acontecem nos dias 26, quarta-feira, e 27, quinta-feira, no Estacionamento do Vadião.

A banda Bonsalvage abre a programação musical, dia 26, às 18h. Em seguida, tocam Paralelo XXI, Destruidores de Tóquio, Maquine, Mundé Qultural, Bruno B.O. e, a partir da meia noite, Cristal Reggae.

Além das seis bandas, a noite contará com discotecagem, na Capela, a partir das 18h, dos DJs Divas do Reggae (a confirmar), Homero da Cuíca, J-zero 3 e Don Perna.

Já na quinta-feira, 27, os shows serão de Pimentas Inflamáveis, que começa a tocar às 18h. Em seguida, vem Sincera, Nego Bode, Strobo, Brigue Palhaço e A Red Nightmare e, para encerrar, a banda Delinquentes. A discotecagem ficará por conta dos Djs Cumi Pedra (a confirmar), Alex pinheiro, Ana Flor e Eddie Pereira.

O Rock In Rio Guamá tem apoio da UFPA através da Pró-Reitoria de Extensão e Diretoria de Apoio à Cultura. Entre os produtores do evento estão: Movimento Curupira Antenado, Circuito Polifônico e Coletivo Sala Livre. Entre os apoiadores da iniciativa estão: Associação Comunitária Paraense de Rock (Pró-Rock), Funtelpa, Ná Figueredo, Sol Informática, Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves, entre outros.

A programação completa do Rock Rio Guamá você confere aqui.

Serviço:

Rock Rio Guamá, até 27 de outubro, no Campus da Universidade Federal do Pará.
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Projeto Secreto Macacos e Maquine no Fuxico

A noite do próximo sábado vai ter muito som alternativo e experimentações musicais das mais sofisticadas. Os coletivos sonoros Maquine e Projeto Secreto Macacos fazem show no Espaço Cultural Fuxico, a partir das 22h. A festa também vai ter discotecagem com os DJs Vandersexx, Clécio Dub, Alex Pinheiro, Cristiano Cohen, Marco Auad, Luiz Alux e Dspirilin.

Um dia, há quatro anos, o contrabaixista da banda de hardcore Rennegados, Jacob Franco, iniciou uma pesquisa sobre a obra do compositor e instrumentista americano John Zorn. Como ele mesmo diz, “isso foi desencadeando vários interesses por outros estilos e sons musicais”. O resultado foi a criação de um super grupo de música instrumental com influências das mais variadas: do rock setentista ao jazz contemporâneo, passando pela world music.

O PSM surgiu teve sua primeira formação em 2009 capitaneada pelo guitarrista e baixista Jacob Franco, da banda de hardcore Rennegados. A mistura de guitarras, sintetizadores, teclados e efeitos vocais chamou bastante atenção, e com essa formação, a banda chegou a ser a segunda colocada nas Seletivas do Festival Se Rasgum em 2010.

Jacob busocou novas experimentações a partir da descoberta de compositor americanos John Zorn. “Fui conhecendo coisas que já estavam lá o tempo todo e não percebia. Então, comecei a resgatar e me interessar de coração e alma nisso. Foi uma pulada de cerca musical”, conta.

Depois de dar um tempo para reformular as idéias, o grupo voltou com Rodrigo Ferreira (teclados) e Raphael Raiol (bateria) integrando a nova formação. Alessandro Bacchini assumiu as guitarras, mantendo Arthur Cunha e Clécio Leitão, respectivamente no baixo e nas programações da formação original.

Jacob largou a guitarra e assumiu apenas efeitos, escaleta, vozes e programações. A grande novidade, porém, é a integração de mais uma bateria. Melly Rossas, que é natural de Fortaleza (CE), veio morar em Belém e aceitou turbinar ainda mais o som do grupo, que se apresenta agora com duas baterias em cima do palco, promovendo um potente som instrumental.

Maquine - Formado por Bruno Rabelo (guitarra), Raniery (bateria e programações), Cristovão Simões (contrabaixo) e os letristas Lázaro Magalhães e Marco Tuma (vozes), o grupo Maquine surgiu em 2010, reunindo ex-integrantes de vários projetos musicais baseados em Belém e Rio de Janeiro. Mas estreou nos palcos em agosto deste ano.

Raniery, Bruno Rabelo e Marco Tuma foram parceiros de banda no Mohamed, grupo de rock alternativo que vicejou nos anos 1990 em Belém. Transitando entre o Rio e Janeiro e Belém, o baterista Raniery também já fez parte de times como as bandas Savant (thrash metal) e Tampa da Laranja (MPB e instrumental), além da banda Delinqüentes (punk/hardcore), nos anos 90, em Belém.

Ao lado do jornalista Lázaro Magalhães, Bruno Rabelo foi também um dos integrantes do grupo Cravo Carbono. O grupo foi um dos precursores da retomada das guitarradas na cena pop paraense no final dos anos 90 - após doze anos de atividades, o grupo se desfez em 2008.

@Nicobates

SERVIÇO:
Show com as banda Maquine e Projeto Secreto Macacos
Sábado, 22
No Espaço Cultural Fuxico (TV. Rui Barbosa, 1861)
Ingressos na hora a R$ 10.

Informações:
projetomacacos@gmail.com
Fone: 91- 81338533 (Jacob)

NA REDE

Projeto Secreto Macacos
http://www.myspace.com/projetosecretomacacos

Maquine
http://www.maquine.cc/
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19 de outubro de 2011

Elder Effe lança EP virtual no Ensaio Aberto

O Ensaio Aberto do próximo sábado 22 traz a banda do cantor e compositor Elder Effe (ex-Suzana Flag e Ataque Fantasma) que está lançado o EP virtual “Sob medida”, pelo portal Pará Música (www.paramusica.com.br). O disco contém as primeiras três faixas do álbum “Crônicas do Bandido”, primeiro solo de Effe. Neste novo trabalho, ele acrescenta um elemento folk a seu já referencial pop e rock. Em canções leves e de grande beleza, predominam os arranjos com violão e piano, deixando as guitarras em segundo plano. A abertura será da banda Myttus.

As “crônicas” fazem a cada nova canção um retrato de um personagem de meia idade que faz uma reflexão sobre a vida e o caminho percorrido até aqui. “A todo momento ele reavalia as coisas e projeta isso, evidentemente, para o futuro”, conta o compositor.

A sonoridade difere dos trabalhos autorais anteriores de Elder, que incluem cinco anos com a banda Suzana Flag, mais quatro com a Ataque Fantasma e a Johny Rockstar, onde as guitarras sempre estiveram saturadas e na frente dos demais instrumentos. “Aqui a intenção é ter som de madeira. Deixar as músicas o mais próximo possível de quando eu as componho”, explica.

O disco está sendo gravado desde o início do ano no estúdio Mamute Mix e tem produção de Ulysses Moreira (ex-Gestapo e ex-Norman Bates). O trabalho deve ser concluído no início do ano que vem, com lançamento previsto para março de 2012. “É a primeira vez em que não sou co-produtor do trabalho. Aqui a palavra final é sempre do Ulysses e isso, definitivamente, interfere no resultado final do disco”, conta Elder, que também teve apoio da Rádio Cultua FM 93,7.

Myttus - A banda Myttus, será a outra atração do Ensaio Aberto. Banda formada em meados de 2009, o grupo começou como um projeto de música autoral misturando influências que vão do pop ao metal e hardcore. A banda participou do CCAA Fest 2009 e 2010 e nos dois anos foi premiada com o terceiro lugar. Também participou de vários programas de TV, como Protótipo, da ORM Cabo, Navega etc.

O Ensaio Aberto é uma realização do selo Na Music e acontece há mais de 12 anos. Já passaram pelo projeto mais de 700 bandas e artistas. Atualmente ele é realizado com apoio da Associação Comunitária Paraense de Rock – Pro Rock, que vai transmitir o evento pela Pro Rock Web Radio (acesse no alto do Blog).

Por sua vez, o portal Pará Música é uma realização da Pro Rock, patrocinada pelo programa Conexão Vivo, através da Lei Semear, de Incentivo à Cultura, do Governo do Pará, através da Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves. O disco sai na seção Lado P, que também já lançou o disco "Café 2", do guitarrista Pio Lobato. Acesse e baixe aqui. O disco de Elder Effe estará disponível no sábado.

Por @Nicobates Foto de Elder: Taiana Laiun

NA REDE:

Elder Effe

http://palcomp3.com/eldereffe/
Twitter: @eldereffe
Facebook:
http://www.facebook.com/profile.php?id=100001721235785

Myttus:
Twitter: @myttusband
Myspace: http://www.myspace.com/myttus
Site: http://myttus.webnode.com/
Conexão vivo: http://myttus.conexaovivo.com.br/
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11 de outubro de 2011

A música em debate

Um encontro de produtores, músicos e profissionais ligados à música. Assim será o evento Parque Musical, que acontece no próximo sábado, 15 de outubro, a partir das 15 horas no Teatro Estação Gasômetro, do Parque da Residência, em Belém.

O evento vai reunir as bandas Jonhy Rockstar, Projeto Secreto Macacos, Elder Effe, Tomates Verdes, Nego Bode, Iza e a banda Tuc Tuc, de Rio de Janeiro, que está na cidade para participar do Festival Megafônica.

Além da parte musical, o evento terá a realização de uma mesa redonda para discutir o desenvolvimento da Música no Pará. O tema é “A Nova Música do Pará – Perspectivas de Desenvolvimento” e contará com a participação de representantes da Pro Rock, Movimento Curupira Antenado, Na Music, Musica Paraense.ORG, Megafônica e Casarão Floresta Sonora.

O presidente da Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves, Nilson Chaves, foi convidado para participar. Segundo Nicolau Amador, representante do FPM-PA, a ideia é escolher um novo representante junto ao Fórum Nacional da Música (FNM), entidade que dialoga com o governo federal nas diretrizes das politicas nacionais do setor. Além disse, pretende-se apresentar as possibilidades e as politicas públicas em vigor na perspectiva de desenvolver o setor. “É momento efervescente em que é necessária uma grande mobilização e organização dos segmentos e artistas para apontar caminhos”, explica Nicolau.

Segundo Nicolau, o momento em que se discute a reforma da Lei dos Direitos Autorais e a diretriz do Procultura (a lei que define o sistema nacional de financiamento da cultura, substituindo a atual Lei Rouanet) é indispensável que se discuta o assunto. “Os músicos e artistas de modo geral não podem mais se omitir desse processo. É processo irreversível e que vai passar em branco caso os músicos não se envolvam. Há recursos mobilizados inclusive por ocasião da Copa do Mundo que envolve todos os setores da economia nacional, inclusive a cultura. E existem mecanismos de consulta e de participação que não podem nem devem ser mais ignorados”, explica ele.

Para Nicolau, a manutenção das atividades culturais, diante das dificuldades que os setores enfrentam na ameaça de crise mundial, depende principalmente de como os governos federal e estadual lidam com o assunto, uma vez que a grande maioria dos recursos que financiam a cultura vem de recursos públicos, através de isenção fiscal ou financiamento direto.

“É preciso que o poder público se manifeste sobre a manutenção e crescimento do setor cultural. Nosso estado produz cultura como nenhum outro, e é preciso que saibamos como vamos lidar com essa produção, ela vai ter um viés econômico, se vai ser apenas assessório a outras políticas ou seja lá qual outro direcionamento será dado”, explica o produtor e músico.

A programação vai começar por voltar das 15 horas com a reunião do FPM-PA em que os membros vão discutir nomes para a nova representação. Em seguida, haverá as apresentações das bandas que mostraram um pouco do seu trabalho interagindo uns com os outros, em cima do palco. Em seguida, novamente, será formada uma mesa para a apresentação de propostas para as politicas públicas para o seguimento.

A programação encerrará com o show do grupo projeto Secreto Macacos e Johny Rockstar que vão encerrar a programação inicio da noite. Durante toda a programação haverá vendas de discos, camisetas e outros artigos das bandas e artistas. Quem se interessar em expor os discos deve entrar em contato com a organização do evento através dos telefones 3222 6413 e 8116 2607.

O evento é uma realização do Fórum Permanente de Música do Pará (FPM-PA) e da Associação Comunitária Paraense de Rock (Pro Rock), em parceria com o selo Na Music, Coletivo Megafônica, Musica Paraense.ORG, Movimento Curupira Antenado e Casarão Floresta Sonora.

Na Foto: Projeto Secreto Macacos por Ana Flor.

Serviço:

Parque Musical

Com apresentações musicais e mesa de debates

dia 15 de outubro

no Teatro Estação Gasometro - Parque da Residencia - Av. Magalhães Barata

A partir das 15h

Ingressos a R$ 10 - Meia Para todos

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5 de outubro de 2011

Morte Suicida e Storvo no Ensaio Aberto

A música como uma forma de protesto contra a sociedade em que vivemos. Letras que tentam despertar um senso crítico do público sobre os problemas sociais. Tudo isso, por meio do grindcore e do hardcore.

Assim é a banda Morte Suicida, de xKaladox (vocal e baixo), xEdwinx (guitarra) e Paulo (bateria). Formada em 2000, a Morte Suicida faz um legítimo fastcore / powerviolence e já tem uma boa trajetória na cena roqueira, tanto em Belém como no interior do estado.

“Já fizemos dezenas de shows em vários lugares, como nos municípios de Parauapebas, Igarapé Miri, Breves e Barcarena”, diz o vocalista.

Depois de o Ensaio Aberto ter recebido, no final do mês de setembro, o grindcore agressivo das bandas Baixo Calão e Manduka na Roça, agora é a vez dos meninos do Morte Suicida se apresentarem no Projeto. O trio dividirá o palco do Ensaio Aberto deste sábado (8) com a banda de hardcore Storvo.

Além de ter se apresentado em boa parte dos municípios paraenses, a Morte Suicida também já abriu o show da banda de hardcore de Brasília Distrito Federal Caos (D.F.C) e da cearense Switch Stance. “Também participamos de algumas coletâneas importantes da cena hardcore, como Setembro HC IV, War Reality e HC Scene 6”, completa xKaladox.

A discografia da banda inclui um CD demo chamado “Vítimas da Ganância” e dois CDs oficiais, “Morte Suicida” e “Líder não seguidor”, que podem ser adquiridos no Fábrika Stúdio.

Já a banda Estorvo, liderada também por xKaladox (vocal e baixo), foi formada em 2005, e conta com Pojo (guitarra) e Paulo (bateria). Levando um estilo parecido com a Morte Suicida, o trio alia o hardcore com letras de protesto.

“Escolhemos esse nome para a banda, pois nossa intenção é ser um incômodo, no sentido de conscientizar o público sobre os problemas que acontecem ao nosso redor e que muitos não percebem ou fingem não perceber”, diz xKaladox. A Estorvo já tem dois CDs. O primeiro, lançado pelo Selo Na Music, recebe o mesmo nome da banda, e o segundo, chama-se “Ascensão”.

O Ensaio Aberto é um projeto que dá visibilidade a novas e antigas bandas de rock do cenário paraense. O projeto existe há mais de 12 anos e já foi palco para mais de 500 grupos do Pará e de fora do Estado.

O Ensaio Aberto acontece aos sábados, às 17h, na loja Ná Figueredo e faz parte das ações do selo Na Music, em parceria com a Associação Pro Rock.

Serviço:

Ensaio Aberto com as bandas Morte Suicida e Storvo, neste sábado (8), às 17h, na Loja Ná Figueredo (Av. gentil Bittencourt, 449). Entrada Franca.

Na foto: Banda Morte Suicida
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3 de outubro de 2011

No palco: DNA e Deep Purple

Em 1988 Belém respirava rock’n’roll, afirma o músico Sidney KC. “Em todos os lugares tocava rock. A gente via as pessoas com camisas de banda andando pela rua e havia muitos eventos de rock na cidade. Até porque nessa época não era comum ouvirmos outros estilos musicais por aqui, como brega ou pagode”, comenta o baixista.

Foi nesse ano que, movido pela efervescência roqueira que a capital vivia, surgiu uma das bandas mais importantes do cenário do rock paraense: a DNA. Entre diversas formações, a banda contava com Bruno Carrera (Vocais), Marcelo Shiozaki (Guitarras), Alexandre Ribeiro (Guitarras), Sidney KC (Baixo) e Mauro Seabra (Bateria).

Quem acompanhou a trajetória do rock paraense no final dos anos 80 e início dos anos 90, lembra o quanto essa banda de Heavy Metal fez sucesso, alcançando projeção nacional.

Em 1994 a DNA terminou, ou melhor, deu um tempo. “Nós nunca terminamos realmente, pois nos reunimos algumas vezes para tocar. Somos igual a banda Stress, que nunca terminou”, diz o baixista.

Os shows esporádicos, que a DNA passou a fazer desde então, com certeza não se comparam com a sensação que os integrantes vão ter nesta terça-feira (4), noite em que Bruno Carreira (Vocal), Alexandre Ribeiro (guitarra), Sidney KC (baixo) e Mauro Seabra (bateria) subirão ao palco do Cidade Folia para abrir o show da banda inglesa Deep Purple.

Dentre tantos grupos paraenses, a Bis Entretenimento, empresa que traz o Deep Purple à Belém, escolheu a DNA para dividir o mesmo palco que Ian Gillan (vocal), Steve Morse (guitarra), Don Airey (teclado), Roger Glover (baixo) e Ian Paice (bateria).

O convite surgiu graças a uma feliz coincidência: A DNA voltou a ativa justo nesse semestre, quando a vinda do Deep Purple à Belém já estava certa. Porém, a volta da DNA não teve nada a ver com a divulgação do show da banda inglesa.

“Sempre vinham me entrevistar, principalmente alunos de Universidades que pesquisavam sobre o rock paraense e falavam que a DNA era referência do rock pesado aqui no Estado. Então, fiquei pensando nisso, que a gente podia se reunir de novo, até porque gravar um CD hoje em dia não é mais uma coisa tão complicada. Então, nos reunimos em agosto no Fabrika Studio para ensaiarmos e ainda compomos duas músicas novas”, conta Sidney, que também é baixista da banda Álibi de Orfeu.

Foi só Sidney postar em sua página do facebook que a DNA estava de volta, que os produtores do show do Deep Purple imediatamente convidaram a banda para abrir o evento. “Eu postei uma foto nossa e escrevi que a DNA havia voltado. E logo em seguida, os organizadores do show perguntaram se a gente não queria abrir para o Deep Purple”, conta Sidney.

Claro que o convite foi aceito. E nesta terça-feira histórica, a DNA vai relembrar os sucessos das suas demo tapes METAL CITY (1988), STOP THE MADNESS (1989), SHOOT TO KILL (1990) e DUST`N BONES (1993). No repertório terá também um clássico do metal, que a banda não revela. “Será surpresa”, diz Sidney.

Além do show dessa terça-feira, a DNA já planeja novas apresentações e ainda vai gravar o primeiro CD, com as músicas das demo tapes gravadas durante esses mais de vinte anos de carreira.

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